quinta-feira, 3 de março de 2011
Amantes
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quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Asteróide b-612, 8 de Junho de 2010
Tu deixas de viver por causa do passado.
Não podes deixar tua vida passar, não podes ver as cores desbotarem, as plantas morrerem. Erga tua cabeça meu bem. A história da tua vida continua, tu és a protagonista, a graça desse conto, sorria, ame, sinta. Tu podes aproveitar o dia de cada vez. Cada momento, companhia, toque, brilho. Observa teu arredor, pequena. Imagino eu se me prendesse ao passado! Pobre de minha ovelha, ou da minha rosa! Jamais a teria perdoado não fosse a presença do tempo. Imagine os baobás! Não te culpo pelas lembranças belas que colecionas, pois guardo as minhas também com tanta cautela! Lembra de nós? Quanta noite esperei para que tu adormecestes em meus braços! E as risadas? As gargalhadas e dias inesperados que passamos juntos! Oh! Não peço que as esqueça. Mas guarde-as em um lugar seguro, se quiseres desenho-te um baú! Veja, talvez seja a hora certa. Recomeça.
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Marcadores: amigos, lembranças, memórias, pequeno príncipe, vida
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Aquele que é amado
Não chove Acalmar a alma
Faz tanto tempo
Que eu já desisti
De olhar pela janela
Não para de chover
Faz tanto tempo
Que ele resolveu
Arriscar de novo
Estava tudo bem
Juro que estava
Não foi por querer
Eu tomei tanto cuidado
Mas te machucou
Não adiantaria
Vedar meus lábios
Está tudo rodando
E aquele álcool
Era só uma desculpa
Para vomitar as palavras
Não era?
E o sol sangrava
Eu não pensava
Queria acreditar
Que você estava bem
Ter que te ver assim
Você não agüenta mais
Então que seja assim
E quando perguntarem
Eu direi não saber
Sobre o tal garoto
cujo chamam de tal modo:
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quinta-feira, 29 de julho de 2010
Meu sonho

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domingo, 30 de maio de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
Cotidiano

Bendito mesmo é Chico Buarque que cantava "Cotidiano" com uma melodia daquelas e tanta paixão! Porque convenhamos, se cotidiano fosse bom daquele jeito, não haveria tédio.
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domingo, 25 de abril de 2010
Mad World.
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quarta-feira, 14 de abril de 2010
Le Petit Chaperon Rouge
Passeando pela imaginação, vi ali a esperança. Sem reconhecê-la, segui minha rota. Então a percebi e resolvi voltar, assim, só por curiosidade. De fato ela estava ali, acenando para minha direção. Puxou-me e não tardou a contar sobre tudo o que poderia ser, sobre como eu não deveria tê-la abandonado e como eu seria mais alegre com a presença dela. Depois de cansada eu me levantei, a matei e fui embora. Eu já estava muito atrasada para perder meu tempo naquelas conversas chatas e repetitivas. Mais tarde comecei a me perguntar como poderia ter sido tão fácil matá-la já que esta seria a ultima que deveria morrer. Foi aí que influenciada pela curiosidade, voltei ao local anterior e, ao observar com cautela todos aqueles rastros de sangue e sonhos, percebi a máscara colada na face. Quando me dei conta, aquilo não passava de uma ilusão.
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sexta-feira, 9 de abril de 2010
Obrigada Nana!
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quinta-feira, 8 de abril de 2010
Para ser sincera...
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sábado, 27 de fevereiro de 2010
O que toca na madrugada.
Tão sentimental
Não, sentimental não
Romântico não, desagradável
Querido, eu estou desanimada e solitária
Quando apenas com a sorte
Fui à procura de algo mais
Deixa ser, me enforque, deixa ser
Oh! Estávamos à deriva todo esse tempo
Que passado, e que presente?
Veja-os construir uma torre de paris
Acho que não ficaria assim mesmo
Acho que ela é superestimada
Por um minuto pensei que eu não poderia dizer como cair fora
Vamos devagar, desencorajando aos poucos
Em vez disso queimaremos as lembranças
E quando isso tudo acabar mal
Então poderíamos só discutir
Por apenas um minuto
Não só com a sorte
Pensei que poderia ter sido alguma outra coisa
Estes dias que vem que vem que vem e vão...
Ele era feito de complicações
Eu sei, foi o que eu ouvir dizer
Que é tão típico seu ir e vir
E me conhecer... não você nem me conhece
É doce da sua parte tentar, mas será divertido
Não saber se no fim das contas isso existiu
Ou foi só um filme mexicano maquiado de romance.
Então se você é louco eu não me importo
Se eu fosse você, eu fugiria desta cidade
Enterraria meus sonhos debaixo da terra
Assim como você fez, assim como eu
Nós beberíamos até morrer, nós bebemos essa noite.
E minha cabeça está uma bagunça
E já são duas na manhã, e eu estou andando por aí
Ao lado dos fantasmas de cada alcoólatra
Que um dia cometeu seu devido erro.
Bem esta é uma cidade enorme e é sempre a mesma coisa
Nunca pode ser mais bonita, diga-me o nome da capital.
Seria inapropriado se eu fosse simplesmente corajosa
E dissesse: "Você será meu"?
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(Phoenix - Lisztomania)
(Phoenix - 1901)
(Beirut - Elephant gun)
(The Fratellis - Whistle for the choir)
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